LINDOS CASOS DA CAMPANHA DE FRATERNIDADE AUTA DE SOUZA PDF

Em vez de prometer, em seu texto, sinceridade e certeza, autenticidade e verdade, o enunciador deve construir um texto que revele isso. Creio que vou de melhorar A porta estava meio aberta. Seu receio era a chuva. Perdoemos aos nossos inimigos. Segundo Garciap.

Author:Mahn Nek
Country:Portugal
Language:English (Spanish)
Genre:Relationship
Published (Last):8 November 2012
Pages:347
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ISBN:363-1-37132-577-2
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No brincava, no estudava, no comia. Perdera o gosto de colher os pssegos saborosos do pomar. Esquecera a peteca e o cavalo.

Vivia tristonho e calado no quarto, esparramado numa espreguiadeira. Enquanto a mezinha, aflita, se desvelava junto dele, o rei experimentava muitos mdicos. Os facultativos, porm, chegavam e saam, sem resultados satisfatrios. O menino sentia grande mal-estar. Quando se lhe aliviava a dor de cabea, vinha-lhe a dor nos braos. Quando os braos melhoravam, as pernas se punham a doer.

O soberano, preocupado, fz convite pblico aos cientistas do Pas. Recompensaria nababescamente a quem lhe curasse o filho. Depois de muitos mdicos famosos ensaiarem, embalde, apareceu um velhinho humilde que props ao monarca diferente medicao.

No exigia pagamento. Reclamava to smente plena autoridade sobre o doentinho. Julio deveria fazer o que lhe fsse determinado. O pai aceitou as condies e, no dia imediato, o menino foi entregue ao ancio.

O sbio annimo conduziu-o a pequeno trato de terra e recomendou-lhe arrancasse a erva daninha que ameaava um tomateiro. No posso! O velhinho, contudo, convenceu-o, sem impacincia, de que o esforo era vivel e, em minutos breves, ambos libertavam as plantas da erva invasora.

Veio o Sol, passou o vento; as nuvens, no alto, rondavam a terra, como a reparar onde estava o campo mais necessitado de chuva Um pouco antes do meio-dia, Julio disse ao velho que sentia fome, O sbio humilde sorriu, contente, enxugou-lhe o suor copioso e levou-o a almoar. O jovem devorou a sopa e as frutas, gostosamente.

Aps ligeiro descanso, voltaram a trabalhar. No dia seguinte, o ancio levou o prncipe a servir na construo de pequena parede. Julio aprendeu a manejar os instrumentos menores de um pedreiro e alimentou-se ainda melhor. Finda a primeira semana, o orientador traou-lhe novo programa. Levantava-se de manh para o banho frio, obrigava-se a cavar a terra com uma enxada, almoava e repousava. Logo aps, antes do entardecer, tomava livros e cadernos para estudar e, noitinha, terminada a ltima refeio, brincava e passeava, em companhia de outros jovens da mesma idade.

Transcorridos dois meses, Julio era restitudo autoridade paternal, rosado, robusto e feliz. Ardia, agora, em desejos de ser til, ansioso por fazer algo de bom. Descobrira, enfim, que o servio para o bem a mais rica fonte de sade. O rei, muito satisfeito, tentou recompensar o velhinho. Todavia, o ancio esquivou-se, acrescentando: Grande soberano, o maior salrio de um homem reside na execuo da Vontade de Deus, atravs do trabalho digno.

Ensina a glria do servio aos teus filhos e tutelados e o teu reino ser abenoado, forte e feliz. Dito isto, desapareceu na multido e ningum mais o viu. Neio Lcio, Alvorada Crist, p. Campanha de Fraternidade Auta de Souza Tema: Vibrando e contagiando da criana ao velho Jovem Caso: Amparo Espiritual Aps o lento entardecer, a noite se fez, trazida por uma sinfonia branda do ar leve que perpassava, dominando a natureza.

O ambiente do Centro Esprita apresentava-se tranqilo e harmonioso e a Espiritualidade atuava intensamente, no preldio de mais uma enriquecedora reunio medinica, na qual manifestou-se um Esprito que nos contou o seguinte episdio: Desencarnado recentemente, sem nenhum conhecimento acerca da morte, permaneci vinculado aos laos da famlia, em especial com a minha esposa que, por interferncia minha, sentia-se como eu, totalmente desamparada e com muitas dores.

Num domingo prximo ao Dia de Finados, eis que bate porto de minha antiga residncia um casal de jovens. Identificaram-se como caravaneiros da Campanha de Fraternidade Auta de Souza e explicaram qual era o motivo daquela visita.

Deixaram o material que continha uma mensagem. Aps a sada dos caravaneiros, minha esposa passou a ler. A mensagem tocou profundamente seu corao aflito. O tema da mensagem era a desencarnao. Eu estava junto a recebi, assim, os primeiros esclarecimentos sobre minha atual situao e, seguindo as orientaes da pequena mensagem, busquei, atravs da prece, o socorro de que necessitava.

Fui amparado e trazido a esta instituio por realizarem a Campanha. Aps alguns dias, comecei a participar de cursos e palestras juntamente com os caravaneiros e hoje, com muita alegria, tornei-me um trabalhador espiritual desta Casa.

Assim, segue a Campanha de Fraternidade Auta de Souza, levando a mensagem de consolo aos lares, rompendo os grilhes da ignorncia e amparando encarnados e desencarnados. O dia estava mais belo que nunca. Os raios brandos do sol secavam vagarosamente as gotas de orvalho que a noite depositara. Naquela manh, realizamos a Campanha de Fraternidade Auta de Souza daquele precioso Educandrio de Almas ao qual eu estava vinculado.

A Campanha prosseguia, quando algo chamou-me a ateno: Um homem de semblante calmo, belo sorriso a transmitir uma paz interior. Levava consigo uma bblia, como se guardasse precioso tesouro. Aproximei-medele, ofereci-lhe a mensagem e solicitei seu auxlio para os irmos carentes, explicando-lhe o nosso trabalho. Fui prontamente atendido com um agradecimento fraterno e gentil. Quando ainda me preparava para retribuir-lhe o cumprimento, observei que o irmo depositava, na sacolinha, uma cdula de grande valor monetrio, poca.

Agradeci e admirei tamanho desprendimento daquele homem em ajudar a nossa Campanha sem, ao menos, pedir maiores esclarecimentos. Singelo acontecimento no traria para mim maiores repercusses, no fosse o que se seguiu minutos depois.

Quando j alcanava o fim da rua, percebi ue aquele mesmo senhor, a passos largos, vinha em minha direo. Minha mente se confundiu e divaguei entre o receio, o constrangimento e a timidez. Cheguei mesmo a crer que estivesse regressando para tomar satisfaes depois de ter lido a mensagem esprita, por ser contrria sua crena religiosa, ou por estar arrependido da doao Qual no foi a minha surpresa. O homem abraou-me fortemente e disse que, se todas as instituies religiosas fizessem aquele trabalho, estaramos num mundo melhor.

Respondi que se todas as pessoas fossem to fraternas quanto ele, a sim, o mundo seria outro. Refleti muito sobre o acontecimento e agradeci a Deus pela bela lio recebida. A prtica do bem havia contagiado mais um corao. Foi a que conheci, aos 15 anos como acontece no caminho de todos, o meu samaritano, a quem eu julgo, a quem assim eu qualifico como sendo aquele luzeiro de bnos que colocou "O Evangelho segundo o Espiritismo" em minhas mos.

Muito moo, contando agora os meus dezesseis anos de idade, na dinmica mocidade esprita em Ituiutaba, fundamos a Campanha do Quilo "Auta de Souza", na companhia de vrios amigos e benfeitores do Espiritismo local e a ela nos entregamos de corpo e alma, com todo o nosso mrito e abnegao.

O conflito das emoes Um dia, quando descamos a avenida 13, em direo a minha casa [ Perplexo, indagamos: "Qual? Ao que ele respondeu: "Um terno.

Pela primeira vez, aos dezessete anos, amos conhecer o que era usar um terno. Assistimos ao filme de quatro horas de durao, nenhuma cadeira vazia, nenhuma vaga. Ficamos o perodo todo de p e, ao terminar o filme, estvamos petrificados, como se os ps houvessem sido parafusados no piso, plido, com grande vibrao de dor nos membros inferiores. Foi a que comeou para ns a jornada inicial dolorosa e difcil da paralisia.

Ns, que entrramos jubilosos no Cine Capitlio para assistir ao filme "E o Vento Levou", sentimos naquele exato momento que o vento havia levado nossos sonhos, nossa pouca sade e nossa esperana. De um lado, a sede da felicidade, o desejo de um lar, uma esposa, filhos; do, a carncia, a dificuldade, o corpo frgil. Diz Gernimo. Esse homem, resignado e sereno, viajou pelo Brasil afora proferindo palestras, cantando, consolado e orientando centenas de pessoas!

O desencarne de Jernimo de Mendona Sexta-feira, dia 24, ele chegou do sul do Brasil, voltando de Curitiba, onde fora a palestrar. Voltou cansado, com a voz um pouco dbil. Sbado, dia 25, fez a campanha de angariao de donativos, costumeira, por telefone. Alm disso, ainda conseguiu pes e picols para distribuir num bairro pobre da cidade, a famosa "Pedreira", de Ituiutaba. Uma irm dedicada ficou de planto, cuidando dele at por volta das 4 horas e 30 minutos da manh de 26 de novembro de Ele estava com dores, que sempre o acometiam, no conseguia ficar s numa posio.

Ela o elevou na parte anterior da cama, para alivi-lo, [ Ela foi dormir, pediu a um parente para revezar no planto. Passado algum tempo, por volta de cinco horas, a me levantou-se e estranhou o Jernimo ainda daquele jeito e to quieto. Foi ver, ele j havia desencarnado. Como um pssaro. Muita gente h que ainda levar sculos e sculos at criar condies de poder sofrer com proveito.

Do mesmo modo que o trabalho e a dedicao ao bem podem dilatar o prazo para a desencarnao, a ociosidade pode abrevi-la. J h vrios anos no havia explicao cientfica para o fato do Jernimo Mendona estar ainda encarnado. Seu corpo no oferecia as mnimas condies "de vida". Seu pulso, seus batimentos cardacos no eram mais registrados pelos instrumentos da medicina, tal a sua fragilidade.

Mas Jernimo viajava, trabalhava, agia. Nunca quis vida mansa. O Jernimo conseguiu. Perseverou no bem at o fim.

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Campanha de Fraternidade Auta de Souza: Breve histórico

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